domingo, 28 de junho de 2026

Provocando na cozinha

 


Era fim de tarde de sábado. Brenda tinha saído com as amigas e Fernando tava no sofá assistindo futebol, gritando com a TV. Eu tinha acabado de tomar banho e vesti essa blusinha roxa bem decotada, daquelas que marcam os seios e deixam quase tudo à mostra, com o shortinho floral curto que sobe quando eu me mexo.

Eu sabia que você ia passar pela cozinha.

Fui pra lá fingindo que ia pegar água. Você apareceu no batente da porta e parou. Eu sorri, fingindo inocência:

— Oi, genrinho... tá com sede?

Me virei de lado pra pegar o copo, empinando um pouco a bunda e deixando o decote bem na sua direção. A blusa apertou meus seios, marcando os bicos duros. Você engoliu seco.

Eu me aproximei devagar, encostando meu corpo no seu braço “sem querer”. Sussurrei rouca, quase colada no seu ouvido:

— Tá calor hoje, né? Essa blusinha tá me apertando tanto...

Passei a mão no seu peito devagar, descendo até a barriga, sentindo você ficar duro na hora. Olhei pra baixo e mordi o lábio:

— Olha o que você fez com a sua sogra... já tá todo durinho só de me ver assim.

Você tentou me agarrar, mas eu dei um passo pra trás, rindo baixinho:

— Shhh... o Fernando tá ali na sala. Se você for bonzinho, mais tarde eu te deixo chupar esses peitos que você tanto olha...

Passei por você roçando a bunda na sua frente e saí rebolando devagar, sabendo que você ia ficar o resto da tarde louco pra me comer.

Quando cheguei no corredor, olhei pra trás e pisquei:

— Depois a gente se encontra no quartinho, meu putinho...

No quartinho de fundo

 A casa tava cheia. Brenda e o Fernando na sala assistindo o jogo, rindo alto, o barulho da TV enchendo tudo. Eu tinha ido “buscar uma coisa na despensa” e você veio atrás, como sempre.

Assim que a porta do quartinho de fundo fechou, você me prensou contra a parede. Não deu tempo nem de falar. Sua boca já tava na minha, beijo quente, urgente, mão descendo rápido pela minha bunda por baixo do robe.

“Henrique... eles estão ali fora...” eu sussurrei rouca, mas minhas pernas já estavam abrindo pra você.

Você não ligou. Abaixou o robe até minha cintura, pegou meus seios pesados com as duas mãos e chupou forte, mordendo de leve o bico enquanto eu mordia o lábio pra não gemer alto. Seu pau já tava duro roçando na minha coxa.

Eu virei de costas rapidinho, levantei o robe, empinei a bunda pra você. Você cuspiu na mão, passou no meu cuzinho e enfiou devagar, bem fundo. Eu segurei na prateleira, mordendo o braço pra abafar o gemido enquanto você socava gostoso, devagar pra não fazer barulho.

“Shhh... quietinho, minha putinha...” você sussurrou no meu ouvido, segurando meu cabelo.

Eu tava toda molhada, gozando baixinho enquanto você metia, o risco de alguém abrir a porta deixando tudo mais gostoso. Quando você gozou dentro, quente e fundo, eu tremi inteira.

A gente ficou um tempinho assim, ofegando. Você me deu um beijo na nuca e ajeitou meu robe. Saímos separados, como se nada tivesse acontecido.

Na sala, Brenda perguntou: “Mãe, demorou hein?”

Eu só sorri, sentindo sua porra escorrendo pela minha perna: “Foi difícil achar a coisa...”