domingo, 28 de junho de 2026

No quartinho de fundo

 A casa tava cheia. Brenda e o Fernando na sala assistindo o jogo, rindo alto, o barulho da TV enchendo tudo. Eu tinha ido “buscar uma coisa na despensa” e você veio atrás, como sempre.

Assim que a porta do quartinho de fundo fechou, você me prensou contra a parede. Não deu tempo nem de falar. Sua boca já tava na minha, beijo quente, urgente, mão descendo rápido pela minha bunda por baixo do robe.

“Henrique... eles estão ali fora...” eu sussurrei rouca, mas minhas pernas já estavam abrindo pra você.

Você não ligou. Abaixou o robe até minha cintura, pegou meus seios pesados com as duas mãos e chupou forte, mordendo de leve o bico enquanto eu mordia o lábio pra não gemer alto. Seu pau já tava duro roçando na minha coxa.

Eu virei de costas rapidinho, levantei o robe, empinei a bunda pra você. Você cuspiu na mão, passou no meu cuzinho e enfiou devagar, bem fundo. Eu segurei na prateleira, mordendo o braço pra abafar o gemido enquanto você socava gostoso, devagar pra não fazer barulho.

“Shhh... quietinho, minha putinha...” você sussurrou no meu ouvido, segurando meu cabelo.

Eu tava toda molhada, gozando baixinho enquanto você metia, o risco de alguém abrir a porta deixando tudo mais gostoso. Quando você gozou dentro, quente e fundo, eu tremi inteira.

A gente ficou um tempinho assim, ofegando. Você me deu um beijo na nuca e ajeitou meu robe. Saímos separados, como se nada tivesse acontecido.

Na sala, Brenda perguntou: “Mãe, demorou hein?”

Eu só sorri, sentindo sua porra escorrendo pela minha perna: “Foi difícil achar a coisa...”

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